sexta-feira, 24 de agosto de 2012

A distribuição da população no espaço geográfico europeu


A Europa é um continente bastante povoado.

A Europa é o segundo menor continente do planeta, além disso, o seu território é bastante fragmentado, ou seja, é dividido em 48 países. Somando a população de todos esses, o total é de aproximadamente 750 milhões de habitantes; levando em conta o território limitado do continente pode-se afirmar que o mesmo é bastante povoado, apresenta uma densidade demográfica de 72 hab./Km2.

A população europeia tem sua origem ligada etnicamente a diferentes povos, especialmente: anglo-saxões, escandinavos, eslavos, germânicos e latinos. Embora existam países cuja população tem sua origem a partir da miscigenação entre os grupos humanos citados.

O cristianismo (católicos, protestantes e ortodoxos) é a religião praticada pela maioria da população europeia, que se encontra distribuída de maneira irregular no território. Existem áreas em que a concentração é muito elevada, com mais de 300 hab./km2, e em outras apresentam uma densidade demográfica inferior a 1 hab./km2.

A porção da Europa mais povoada localiza-se no centro-ocidental, região que se destaca especialmente pela produção industrial e comercial. A região abriga países como Itália, Países Baixos, França, Reino Unido e Alemanha.

Ao norte do continente, região de proximidade com o círculo polar Ártico, o povoamento é muito restrito, condição imposta pelo clima extremamente frio.

Dentre os países mais populosos da Europa, a Rússia ocupa o primeiro lugar, com cerca de 144 milhões de habitantes; logo depois vem a Alemanha (82 milhões), França (59 milhões), Reino Unido (59 milhões), Itália (57 milhões), Ucrânia (49 milhões) e Espanha (39 milhões). A maior densidade demográfica da Europa pertence à Holanda, com cerca de 470 hab./km2.

Crise Atual


Um dado interessante da História é observar a dinâmica dos países e como estes se relacionam, inclusive, olhando a trajetória da Europa nos  últimos séculos isto fica gritante (aliás o 3º ano do INSA em 2012 irá fazer um seminário sobre esta temática).

A Europa hoje vem dando sinais que a grande e bela união da zona do euro está enfraquecida e talvez até com os dias contados, afinal quando as coisas ficam complicadas é cada um por si, defendendo (em alguns casos isso é legítimo) seus interesses antes do barco afundar (nem estou falando do navio da Itália).

No entanto isso nem sempre é positivo e este é o caso da Hungria que se volta para um nacionalismo exacerbado e antidemocrático, tal qual já comentado há duas semanas, que pode virar tendência no velho continente.

No começo de 2012 a Europa parecia mais aliviada para encarar o novo ano com uma injeção maciça de dinheiro do Banco Central Europeu, contudo isso é pouco e não resolve o problema.



 A formação de uma crise financeira na zona do euro começou a rolar por problemas fiscais.

Alguns países, como é o caso da Grécia, gastaram mais dinheiro do que obtiveram com impostos nos últimos anos.

Para se sustentarem fizeram muitas dívidas.

A conta entre o PIB e a divida ultrapassou os 60% fixados por um tratado (Maastricht) da zona do euro. No caso da Grécia a razão dívida/PIB ultrapassou 120%!

A grande consequência para os países da Europa foi que investidores deixaram de possuir ações públicas e privadas de vários países, gerando toda essa crise..

Os países que mais se encontram em instabilidade são: Reino Unido, França e Alemanha.

Os países que estão em situação mais grave: Grécia, Itália, Espanha, Portugal e Irlanda!

Neste momento as lideranças dos países precisam agir com muita cautela, objetividade e agilidade para superar a crise e não criar um caos ainda maior!

A Economia da Europa

Europa Ocidental: Entre os países da Europa ocidental destacam-se a Espanha, França e o Reino Unido. Estes que possuem uma população de cerca de 196 milhões de habitantes, ou seja, trata-se de uma região muito populosa e povoada.
Bélgica, Holanda e Luxemburgo compõem uma das regiões mais industrializadas do mundo, junto com esses países destaca-se Benelux. Nessa região além da indústria destacam-se a produção de energia, a extração de minerais, o cultivo de cereais e a atividade turística, com destaque para Mônaco.
Europa Setentrional: A Europa Setentrional também tem a economia baseada na indústria, também destacando-se o minério de ferro, o grande potencial hidráulico para a produção de energia elétrica, e a grande produção de madeira de papel e celulose.
Quanto a pecuária, o destaque é a criação de bovinos que não é muito desenvolvida na região por causa do clima frio; e, quanto as produções agrícolas, destacam-se o cultivo de cereais, batata e beterraba açucareira.
Europa Oriental: A Europa Oriental tem também sua economia baseada na indústria, produção de energia e de minerais. Sendo que alguns países estão enfraquecidos por estarem passando por uma fase de transição entre o socialismo e o capitalismo.Os destaques da indústria oriental são a de Moscou e São Petersburgo.
Na agropecuária a maior parte de seu espaço é ocupado por cereais, principalmente o trigo.
Dentro da área agrícola destaca-se a criação de rebanhos bovinos, suínos e ovinos.
Europa Central: Na Europa Central, em relação à economia, destaca-se a indústria de equipamentos em geral. É uma das áreas mais ricas em carboníferas, com forte concentração siderúrgica e mecânica, mas com grande destaque para a Alemanha, com industrias siderúrgica, maquinária, química, automobilística e eletrotécnica, sendo assim uma grande potência mundial e apresenta baixa produtividade agrícola, fato que vem se modificando.
A agricultura da Europa Central tem como principal produção a de cereais e  de beterraba açucareira. A pecuária dominante é a de bovinos, para a produção de laticínios, mas também se destaca a criação de suínos.
Europa Meridional: A Europa Meridional também tem sua economia baseada na indústria, destacando-se a Itália, que tem grande potencial no setor petroquímico e siderúrgico com grande influência de outros países como o EUA.
Na agricultura da Europa Meridional destaca-se o cultivo de cereais, trigo milho e beterraba açucareira.Nesta região a pecuária não é muito desenvolvida principalmente por causa do clima.

Ficheiro:Europe-GDP-PPP-per-capita-map.png

Aspectos físicos e naturais


A Europa apresenta uma altitude média de 340m, a menor de todos os continentes. Distinguem-se duas regiões geomorfológicas: a setentrional e a meridional. Na primeira, o relevo apresenta velhos maciços nivelados e planícies, entre elas as bacias sedimentares de Londres, de Paris, da Suábia e da Francônia; as planícies da Alsácia, do leito médio do Reno, da Bélgica e dos Países Baixos; os maciços montanhosos da Escandinávia, da Escócia e da Irlanda; as montanhas inglesas, os Urais, os Vosges, as Ardenas, a floresta Negra, o maciço xistoso renano, o Harz, a floresta da Boêmia e o maciço central francês.

A região meridional apresenta longas cadeias montanhosas, que se estendem desde a cordilheira Penibética, na Andaluzia, até o Cáucaso, e incluem os Pireneus, os Alpes, os Apeninos, os Cárpatos e os Balcãs. Nessas montanhas encontram-se os mais altos cumes da Europa, como o monte Branco (4.807m).
Hidrografia. A Europa possui três áreas hidrográficas: a dos rios atlânticos, como Minho, Sena, Mosa e Tâmisa, que são coletores de planície e apresentam caudal regular durante todo o ano; a dos rios de planície, como Vístula, Dnieper, Dniester, Don e Volga, que apresentam longos trechos navegáveis e que congelam no inverno; e a dos rios mediterrâneos, como Ebro, Garona, Ródano e Pó, que possuem curso muito irregular e estão sujeitos a longas estiagens no verão. Os regimes do Danúbio e do Reno variam conforme a região que atravessam.
Clima. O continente apresenta grande variedade climática graças à configuração topográfica, que permite a penetração da influência moderadora do oceano Atlântico. Há três tipos de clima: o oceânico, o continental e o mediterrâneo.
O primeiro se estende pela faixa ocidental, da Noruega a Portugal. O clima continental predomina na Polônia, no leste da Alemanha, nas regiões banhadas pelo Danúbio, na Suécia, na Finlândia, nos países bálticos e nas regiões européias da antiga União Soviética. O clima mediterrâneo cobre uma grande extensão do continente em virtude do longo corredor formado pelo mar Mediterrâneo, que atrai as massas de ar atlânticas no outono e no inverno. Abrange sobretudo o sul da França, a Espanha, a Itália e a Grécia.

CLIMA:




Distinguem-se três climas: o oceânico, o continental e o mediterrâneo. O clima oceânico se estende pela faixa ocidental desde a Noruega até Portugal. As chuvas são abundantes e bem distribuídas ao longo de todo o ano. Todavia, a latitude e a proximidade do mar geram temperaturas mais frias no norte e no interior do continente. O clima continental predomina na Polônia, no leste da Alemanha, na Suécia, na Finlândia e nos países bálticos. As precipitações, menos freqüentes do que no clima oceânico, concentram-se no verão. Os verões são curtos e quentes e os invernos e muito frios. As precipitações no clima mediterrâneo são escassas e se repartem entre o inverno e as estações intermediárias. As temperaturas são suaves no inverno e quentes no seco verão. Esse clima abrange o sul da França, a Espanha, a Itália e a Grécia.
                            


VEGETAÇÃO:




A paisagem vegetal européia de hoje representa uma parcela muito pequena do que foi essa cobertura vegetal no passado. A diminuição sensível do espaço ocupado pela vegetação natural está relacionada a um grande número de fatores, principalmente aos de ordem econômica.

A antigüidade da ocupação humana no continente, o intenso aproveitamento econômico que essas populações sempre fizeram e fazem ainda hoje da vegetação nativa, a elevada densidade demográfica continental, a urbanização e o uso intensivo do espaço rural para a produção agropecuária foram fatores que levaram ao processo de devastação da vegetação original.

O que restou dessa paisagem aparece hoje distribuído em cinco formações distintas, em função das diferentes condições de solo e dos vários tipos de clima no interior do continente.

A vegetação européia é o reflexo das condições climáticas e dos tipos de solo. Destacam-se, do norte para o sul, as seguintes paisagens vegetais:

Tundra: paisagem típica de regiões em que predomina o clima polar ou ártico. O desenvolvimento vegetal ocorre durante o curto verão, uma vez que no inverno os solos estão congelados, sendo marcado pela presença de musgos, liquens, gramíneas e arbustos. Os liquens, plantas resultantes da associação de fungos e algas, dominam a paisagem, chegando a cobris até as rochas presentes na região;




   



Floresta boreal: ao sul da tundra, é caracterizada pelo domínio das coníferas (pinheiros). As coníferas apresentam folhas duras e aciculares (em forma de agulha), cujas funções são impedir a acumulação da neve nas copas das árvores e reduzir a superfície de evaporação, pois as chuvas são raras na região;



 


Floresta temperada: ao sul da floresta boreal, é mais diversificada do que essa, pois, além de pinheiros, observa-se a presença de árvores como a faia e o carvalho. As espécies dessa floresta apresentam folhas caducas, isto é, que caem durante o outono;




Conclusão.

Nós aprendemos desse trabalho que a europa tem cerca de 
12% da população mundial e também que é um continente que esta envelhecendo por causa das pessoas que tem a mais de 50 anos de idade,então como já estão aposentadas ou estão a se aposentar.
A Europa sendo um continente velho perde com a economia porque as pessoas estando aposentadas elas não poderão trabalhar,assim ele se torna um continente que tem baixa taxa de pessoas empregadas.
Bibliografia: 
http://www.infoescola.com
http://europa.eu/index_pt.htm